Software clínico
Plataformas completas para clínicas e redes de saúde: agenda, utentes, consentimento, faturação, painéis, equipa e auditoria.
Descobrir plataformaComeçámos por observar o dia real de uma clínica: chamadas, check-ins, consultas, documentos, equipamento e decisões de gestão. Depois desenhámos sistemas que acompanham esse ritmo.
Plataformas completas para clínicas e redes de saúde: agenda, utentes, consentimento, faturação, painéis, equipa e auditoria.
Descobrir plataforma
Consultoria técnica em radioproteção, dosimetria, equipamento, licenciamento, documentação e conformidade regulatória.
Saber mais
Processos, auditorias, rastreabilidade, proteção de dados, relatórios e melhoria contínua sem tirar a equipa do trabalho clínico.
Ver abordagemBase técnica para clínicas e equipas de saúde
A componente de software já existe: uma base clínica com operação diária, auditoria, indicadores e módulos que podem crescer com a consultoria técnica.
Ver plataforma
Antes de falar em módulos, vimos o que acontece entre chamadas, consultas, documentos e fim do dia. É aí que um sistema bom tem de se notar: no tempo que deixa de roubar.
Telefone a tocar, utente a chegar, médico a pedir uma alteração na agenda. O sistema tem de responder sem transformar cada gesto numa tarefa administrativa.
Check-in, fila e agenda no mesmo fluxo.Ficha clínica, consentimento, documentos e alertas aparecem quando fazem sentido. O médico continua a olhar para a pessoa, não para um labirinto de menus.
Menos interrupção, mais contexto.Faturação, pendentes, documentos técnicos e indicadores ficam prontos para a gestão. Quando há auditoria, a informação já está no sítio certo.
Operação e qualidade deixam de viver separadas.A Maris Technologies existe para juntar produto digital, operação clínica, física médica e conformidade prática no mesmo desenho.
Uma janela para a agenda, outra para documentos, outra para relatórios e uma folha solta para o que não cabe em lado nenhum. A equipa compensa com memória e paciência.
Radioproteção, manutenção, dosimetria e documentação ficam num circuito paralelo. Quando alguém pede prova, começa a procura pelo último PDF certo.
RGPD, consentimento, registo de auditoria e retenção muitas vezes entram quando o produto já está decidido. Em saúde, estes detalhes deviam nascer no primeiro desenho.
Há quem saiba fazer documentos e há quem saiba fazer software. O que falta é juntar engenharia, prática clínica e física médica no mesmo mapa operacional.
Nenhum módulo nasceu num quadro de reuniões. Cada um seguiu o mesmo processo, repetido até a equipa de cada clínica dizer «está pronto».
Cada módulo começa com um turno inteiro passado em clínicas reais. Vemos uma rececionista a gerir cinco chamadas em simultâneo, um médico a anotar uma ficha entre consultas, o gestor a fechar o dia. Saímos com cadernos cheios — e ideias deitadas fora.
«O dia real é caótico. O melhor software é o que desaparece — é só uma ferramenta no meio do caos.»
Apresentamos esboços em papel a quem vai trabalhar com o produto, antes de qualquer pixel. Iteramos até a equipa dizer «sim, é exatamente isto». Só depois passa a código.
«Foi a primeira vez que alguém me perguntou o que eu precisava.» — Rececionista, ensaio piloto
Cada nova versão passa por uma semana de testes em clínicas reais, com pessoas que nunca viram o produto. Se uma rececionista não conseguir fazer um check-in em três cliques, voltamos para trás.
Critério interno: a primeira tarefa concluída em menos de 90 segundos.
Cada chamada de apoio é uma funcionalidade por descobrir. Mantemos um canal direto entre equipa de produto e clientes — sem central de apoio genérica, sem pedidos perdidos no esquecimento.
Resposta média a pedidos críticos em menos de 2 horas, em dias úteis.
O melhor software clínico desaparece — é só mais uma ferramenta no meio do dia. Estes são alguns dos detalhes em que insistimos.
A rececionista tem uma janela aberta enquanto fala ao telefone. Um check-in tem de caber em três cliques — e cabe. Cronometrámos.
Reagendar uma consulta com o utente ao telefone exige resposta imediata. Os horários encaixam aos 5 minutos e os conflitos aparecem a vermelho ao instante.
Os avisos da equipa aparecem discretamente na barra lateral — nunca em janelas a saltar no meio de uma ficha clínica. Quem está a anotar continua a anotar.
Quando a Internet falha, o sistema não para. Check-ins, anotações e consentimentos ficam guardados e sincronizam assim que a ligação volta. Já aconteceu várias vezes.
Receitas, recibos, atestados — tudo formatado para sair direto no papel, com cabeçalhos corretos. Sem layouts partidos, sem «abrir noutra janela».
Os SMS de lembrete saem apenas entre as 9h e as 20h. Ninguém acorda às 6 da manhã com uma mensagem automática da clínica.
Há decisões que não vieram de uma reunião de plano de produto. Vieram de ouvir alguém explicar onde o dia emperra.
Se isto exige formação, já vai chegar tarde ao primeiro turno.
Os fluxos de receção foram desenhados para serem descobertos sem manual: menos botões, estados visíveis e ações no sítio onde a pessoa já está a trabalhar.
O médico não quer mais uma caixa de entrada para vigiar.
Alertas aparecem dentro do contexto clínico e só sobem de volume quando mudam a decisão. O resto fica registado, mas não interrompe.
No fim do dia, ninguém devia abrir cinco ficheiros para saber como correu.
Os indicadores de agenda, faturação, pendentes e documentação técnica fecham o dia numa leitura única, pronta para decidir o que fazer amanhã.
Do balcão à compliance regulatória. Sem trocar de fornecedor para cada nova necessidade.
Marcações multiprofissional, salas, equipamentos e faltas.
Histórico completo, anexos e exportação RGPD por utente.
Assinatura em tablet ou link — sem mais papel arquivado.
Senhas digitais + mostrador, integrado com agenda.
Tarifários, métodos de pagamento, exportação fiscal.
Para clínicas com equipamentos Rx — alvarás, dosímetros, calibrações.
Uma instância para gerir N clínicas — ou cada uma isolada.
Métricas, alertas e estado das tuas clínicas sempre atualizado.
Os teus dados são teus. Integração com o que já usas.
Estamos em piloto controlado — o produto cresce a cada caso real, não a partir de slides. Quando os profissionais que estão a usar nos derem permissão escrita, publicamos aqui os casos e os resultados. Sem testemunhos genéricos até lá.
Cada feature é validada numa clínica real antes de chegar ao roadmap. Calendarização, fila de espera e consentimentos foram desenhados com a equipa que os usa todos os dias.
Uma clínica piloto em Portugal, em uso diário desde 2026, com fluxos de receção, médico e gestão. Backups, audit log e RGPD activos. Casos detalhados publicados quando os profissionais derem permissão.
Onboarding self-serve para mais clínicas em piloto controlado. Casos de uso documentados após cada deploy. Sem promessas que ainda não cumprimos.
Vimos do mundo clínico e do mundo da engenharia. Vamos abrir a nossa própria clínica. Construímos a plataforma primeiro para nós — e para todas as clínicas que querem o mesmo cuidado no detalhe.
Conhecer a equipa"Construímos o produto que precisávamos para a nossa própria clínica. A diferença é que perguntámos antes a quem ia usar: rececionistas, médicos, gestores. Não saltámos esse passo."
Começamos por perceber o contexto real: clínica, equipa, equipamentos, obrigações regulatórias e software atual. Depois propomos o caminho mais simples.
Clínica, equipa, equipamento e obrigações.
Software, processos e compliance no mesmo mapa.
Demonstração ou plano técnico sem ruído.